Pescadores relatam prejuízos após derramamento de óleo no litoral

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Brasília- Pescadores artesanais relataram prejuízos financeiros, com a diminuição da venda de peixes e mariscos, após o derramamento de óleo no litoral brasileiro. O assunto foi debatido nesta quinta-feira (28) em audiência pública da comissão externa que investiga o caso.

“A chegada do petróleo impactou e paralisou nossas vidas, da gente que trabalha na pesca artesanal. Só bastou dizer que o petróleo chegou nas praias que a gente não conseguiu mais vender o que já tinha de produto pescado”, disse Raimundo Siri, um dos representantes dos pescadores na audiência.

O secretário-substituto de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, João Crescêncio, disse que o governo vai publicar em breve uma medida provisória que autoriza o repasse de recursos para um auxílio emergencial aos pescadores.

“O pescador que está cadastrado no registro do pescador profissional artesanal na Secretaria de Aquicultura e Pesca receberá um auxílio emergencial de duas parcelas do salário mínimo. Nós estamos só aguardando a medida provisória, estão sendo realizadas tratativas tanto em relação a recurso como ao atendimento legal”, disse Crescêncio.

A Secretaria da Pesca informou que os testes feitos pelos órgãos competentes até agora demostraram que os pescados estão aptos para consumo.

Impactos no turismo
Outra preocupação discutida na audiência foi em relação ao turismo, que também registrou queda, o que provoca impactos nas vidas dos pescadores. O representante do Ministério do Turismo, Rodrigo Batista Rios, disse que o órgão trabalha para conscientizar as pessoas sobre os baixos riscos de contaminação aguda com o óleo nas praias.

“O ministério está para lançar uma nova campanha do turismo, mostrando que o Nordeste está limpo e está lindo, que o verão está chegando e estamos prontos para receber o turista”, declarou.

O coordenador da comissão externa, deputado João Daniel (PT-SE), disse que o colegiado e a recém-instalada CPI do Óleo vão trabalhar em conjunto para solucionar as causas do derramamento de óleo no litoral brasileiro.

O óleo atingiu cerca de 2.500 km da costa brasileira, segundo o Ministério da Defesa.

Reportagem – Frederico Sokolowski
Edição – Pierre Triboli

Foto: Agência C

Pescadores artesanais relataram prejuízos financeiros, com a diminuição da venda de peixes e mariscos, após o derramamento de óleo no litoral brasileiro. O assunto foi debatido nesta quinta-feira (28) em audiência pública da comissão externa que investiga o caso.

“A chegada do petróleo impactou e paralisou nossas vidas, da gente que trabalha na pesca artesanal. Só bastou dizer que o petróleo chegou nas praias que a gente não conseguiu mais vender o que já tinha de produto pescado”, disse Raimundo Siri, um dos representantes dos pescadores na audiência.

O secretário-substituto de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, João Crescêncio, disse que o governo vai publicar em breve uma medida provisória que autoriza o repasse de recursos para um auxílio emergencial aos pescadores.

“O pescador que está cadastrado no registro do pescador profissional artesanal na Secretaria de Aquicultura e Pesca receberá um auxílio emergencial de duas parcelas do salário mínimo. Nós estamos só aguardando a medida provisória, estão sendo realizadas tratativas tanto em relação a recurso como ao atendimento legal”, disse Crescêncio.

A Secretaria da Pesca informou que os testes feitos pelos órgãos competentes até agora demostraram que os pescados estão aptos para consumo.

Impactos no turismo
Outra preocupação discutida na audiência foi em relação ao turismo, que também registrou queda, o que provoca impactos nas vidas dos pescadores. O representante do Ministério do Turismo, Rodrigo Batista Rios, disse que o órgão trabalha para conscientizar as pessoas sobre os baixos riscos de contaminação aguda com o óleo nas praias.

“O ministério está para lançar uma nova campanha do turismo, mostrando que o Nordeste está limpo e está lindo, que o verão está chegando e estamos prontos para receber o turista”, declarou.

O coordenador da comissão externa, deputado João Daniel (PT-SE), disse que o colegiado e a recém-instalada CPI do Óleo vão trabalhar em conjunto para solucionar as causas do derramamento de óleo no litoral brasileiro.

O óleo atingiu cerca de 2.500 km da costa brasileira, segundo o Ministério da Defesa.

Reportagem – Frederico Sokolowski
Edição – Pierre Triboli

Agência Câmara

 

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