José Maranhão se solidariza com o povo de João Pessoa pelos 434 anos de história

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O senador José Maranhão (MDB) saudou a cidade de João Pessoa, que completou 434 anos neste dia 5 de agosto. “João Pessoa é terra de gente guerreira e destemida, boa e trabalhadora. Tenho orgulho desta terra que acolhe gente de todos os recantos do Brasil”, comentou o senador emedebista, que, quando governador por três vezes, foi uma espécie de prefeito da Capital, em função das obras que realizou na cidade, a exemplo do Hospital de Trauma Senador Humberto Lucena; do viaduto de Oitizeiro e da rodovia estadual PB-008 (Ministro Abelardo Jurema), que liga a Capital ao Litoral Sul, além da duplicação da BR-230 até Campina Grande. Maranhão deixou pronta a obra infraestrutura (redes de água, esgoto e energia) do Polo Turístico do Cabo Branco (antigo Costa do Sol, iniciado na década de 1980 e até hoje não implantado), encaminhou o projeto do Centro de Convenções.

Maranhão sustenta que a cidade de João Pessoa, onde o sol nasce primeiro, é um dos símbolos do desenvolvimento do Nordeste brasileiro. “Envio meus parabéns e votos de plena felicidade para os mais de 800 mil habitantes desta terra que amo; terra que foi protagonista da revolução de 1930. Desejo mais 434 anos de história para a nossa Capital. Parabéns povo de João Pessoa!”, declarou o senador emedebista.

Ele lembrou que aprendeu a amar João Pessoa como se fosse sua terra natal, Araruna, e que sempre dedicou grande espaço, na sua vida pública, à Capital paraibana. “Durante minha vida pública, sempre dediquei um espaço muito especial, quer seja no Legislativo, ou no Executivo, aos interesses da cidade de João Pessoa, às obras estruturantes, às obras sociais e, por isso mesmo, me sinto também filho de João Pessoa, uma cidade diferente de todas do Brasil: encravada num Estado do semiárido, tem, no entanto, as maiores áreas (dentro da cidade) de Mata Tropical Atlântica do Brasil”, destacou o emedebista, para quem João Pessoa também se notabiliza pela cordialidade de seus filhos, de sua população e de sua gente, bem como por esse amor ao meio ambiente que faz dela a mais verde do País.

  “Fui bem acolhido na antiga Cidade Real de Nossa Senhora das Naves, a quem devo parte da minha vida”, comentou Maranhão, destacando o caráter acolhedor do povo pessoense, que também se destaca pela não sujeição a quem quer que seja. Foi assim, no início da colonização, quando o grande paraibano André Vidal de Negreiros liderou a resistência contra os invasores holandeses, expulsos do Nordeste por volta de 1654″, frisou.

“A história de João Pessoa está ligada à própria história do Brasil. O nome João Pessoa é uma homenagem a um dos heróis da revolução de 1930″, lembrou Maranhão, frisando que os paraibanos têm (todos) muito orgulho de sua Capital, pelas suas tradições histórica, pela rebeldia representada pelo gesto de João Pessoa e, sobretudo, pela sua capacidade de se modernizar e de inovar”. “João Pessoa, segundo Maranhão, “é reverenciada por todos aqueles que a conheceram como uma cidade acolhedora”. “Eu ouço as mais diferentes pessoas dizerem que gostariam de morar, um dia, em João Pessoa. Mas quem não gostaria?”, indagou o ex-governador. 

Segundo a Fundação Joaquim Nabuco, sediada em Recife, a invasão holandesa no Nordeste do Brasil ocorreu entre os anos de 1624 e 1654. Nesse período, os holandeses ocuparam a Bahia (Salvador, 1624-1625), Pernambuco (Olinda e Recife, 1630-1654) e o Maranhão (1641-1644). “Em 1624, então com 18 anos, Vidal de Negreiros apresentou-se como voluntário nas tropas organizadas na Paraíba para a libertação da Bahia. Por ter se destacado como militante da resistência, recebeu condecorações e foi promovido ao posto de alferes (patente de oficial abaixo de tenente)”, frisa texto publicado no site da Fundação.

 

Fonte: Assessoria

Foto: Agência Senado

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