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João Pessoa 24 de novembro de 2017   17:01

“A fatura do golpe já chegou e será paga pelos pobres”, diz Anísio Maia

Postado em: 15 ago 2017  | 18:23:18

Na manhã desta terça-feira, 15, o deputado estadual Anísio Maia (PT) repercutiu na tribuna da Assembleia Legislativa, a informação de que a reitora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Margareth Diniz, solicitou à bancada federal do estado emendas para manutenção daquela instituição. Para o parlamentar, o fato é sintomático dos impactos da política do governo Temer na Paraíba.

“A reitora Margareth Diniz pede apresentação de emendas à bancada federal da Paraíba para que a nossa universidade tenha condições de continuar funcionando. É uma iniciativa louvável, está em seu papel, já que orçamento da UFPB que seria de R$ 63 milhões é agora de apenas R$ 47 milhões”, afirmou Anísio Maia.

Para Anísio Maia, “temos que cobrar mesmo da bancada federal porque eles aprovaram o congelamento de investimentos públicos por 20 anos e apoiam a política de arrocho fiscal deste governo. Mas, daqui a pouco os senadores e deputados terão também que alocar emendas para a saúde, que igualmente está sendo alvo de cortes. E sem esquecer da assistência social, das obras de segurança hídrica e até mesmo de segurança, já que a Polícia Rodoviária Federal está sem verbas para manutenção de seus serviços mais básicos,” afirmou o petista.

O parlamentar acrescentou: “Infelizmente, não há emenda que dê jeito diante do tamanho do corte. O problema é a política. A nossa UFPB vai enfrentar uma crise que há muito tempo não se via. Nós que estávamos acostumados a presenciar a expansão e as numerosas construções em todos os campi só teremos a partir de agora motivos para lamentar, porque a política do governo Temer é de desmonte de todas as políticas públicas. A UFPB não é um caso isolado no país. A fatura do golpe chegou e será paga pelos pobres.”

Para concluir, Anísio Maia ainda ressaltou que até mesmo as metas do Plano Nacional de Educação (PNE) sofreram vetos na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o 2018: “Como este presidente não se preocupa com o povo, mas, só com os banqueiros, o desenvolvimento da educação passou a prejudicar sua meta fiscal. Mas, não esqueceremos que nossos deputados federais e senadores são sócios desta crise na UFPB e a eles devemos cobrar.”